Com a chegada da estação chuvosa, os cuidados contra o Aedes aegypti precisam ser redobrados! Além da dengue, a chikungunya também apresenta aumento de casos nesse período. De acordo com o boletim epidemiológico da Semana 07 de 2025, já foram confirmados 130 casos da doença no estado, com um total de 1.468 casos prováveis.
Dengue x Chikungunya: Quais as Diferenças?
Ambas são transmitidas pelo Aedes aegypti, mas possuem sintomas distintos. Veja as principais diferenças:
✅ Febre alta: ocorre nas duas doenças, mas na chikungunya aparece de forma súbita.
✅ Dor nas articulações: extremamente intensa na chikungunya, podendo durar meses ou anos. Na dengue, a dor é mais muscular.
✅ Manchas vermelhas na pele: presentes nos dois casos, mas na dengue podem vir acompanhadas de sangramentos.
✅ Complicações: A dengue pode evoluir para formas hemorrágicas. Já a chikungunya, apesar de raramente ser fatal, pode deixar sequelas crônicas e, em casos de uso indevido de anti-inflamatórios na fase aguda, pode levar ao óbito.
Prevenção: O Melhor Caminho!
A única maneira eficaz de evitar a chikungunya e a dengue é eliminar os criadouros do mosquito! Siga estas recomendações:
🛑 Evite água parada em vasos, pneus, garrafas e recipientes.
🛑 Mantenha caixas d’água, tonéis e reservatórios bem tampados.
🛑 Use repelente regularmente e proteja sua casa com telas e mosquiteiros.
🛑 Em caso de sintomas, busque atendimento médico imediato!
Autoridades Alertam: Atenção Redobrada!
De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), o combate ao Aedes aegypti precisa ser um esforço coletivo.
📢 “A chikungunya exige atenção constante! Estamos fornecendo suporte aos municípios e reforçando ações de prevenção. Mas a população também deve fazer sua parte, eliminando focos do mosquito e procurando atendimento médico ao surgirem sintomas”, alerta Jéssica Klener Lemos dos Santos, gerente técnica estadual de Doenças Endêmicas da SES.
O período chuvoso favorece a proliferação do mosquito, mas a prevenção está nas mãos de todos. Faça sua parte e proteja sua família.
Foto de capa: Bruno Rezende/Secom/Arquivo